Olá, caros leitores!
"MééééélDééééls!!" Acho que o blog morreu! Não, vejo um fio de esperança.. Embora seus lábios ainda estejam arroxeados! (Piadinha infame).
Bom como minhas amigas não querem atualizar o blog (apesar de terem beijado de uns tempos para cá) eu vou tomar a iniciativa!
Devido os desastres beijoquísticos que venho enfrentando ultimamente, tão ruins que eu achei melhor nem se quer mencioná-los vou falar de um beijo do passado. Afinal recordar é viver! (Aliás tenho até uns beijos bons no passado, alguns superam de 1000 x 0 os de hoje).
Quando beijei este moço eu morava em Ribeirão e só ia em Macapá nas férias. E eu o conheci numa das baladinhas de lá. E era um alvoroço porque a boate que ia inaugurar era no lugar onde tinha sido a melhor boate de Macapá por muitos anos (a extinta Arena). Após nova roupagem, design bacana nos banheiros e boa pintura, ela reinaugurou: chamava-se Fusion. Acho que o nome se deve estrategicamente não só por 'homenagem' ao carro da Ford, mas porque vários donos juntaram-se para construí-la.
Eu cheguei em Macapá e era um vuco-vuco sobre este lugar... E as férias foram passando e no meu último dia de estada em Macapá meu convite já estava nas minhas mãos... Afinal, eu sempre costumo sair numa balada antes de pegar o vôo às 5 da manhã. Às 01:00 da manhã estávamos firmes e fortes lá (aos que não sabem, em Macapá as baladas começam depois de 00:30 e olhe lá). Salto alto, maquiagem e roupa nos trinques. Só faltava o copo de saquerita na mão, porém na época eu não bebia NENHUMA gota de álcool então pedi o velho carápio de guaraná ou água de sempre. Olhadinha no bar, afinal Barman também é gente! E o vi: loirinho, branco, seus 1,70 e alguma coisa de altura, braços da grossura de minhas pernas e muito sorridente.
"O que vai querer, moça?" perguntou educadamente com um sotaque que de loooonge não era Macapês. "A sua boca!" pensei em responder, porém me contentei a pedir apenas uma água. Preparou a garrafinha bonitinha e quando me entregou, no entanto me entregou fazendo questão de sua mão encostar e beeem na minha. "Tô maluca ou ele está me dando moral? Ahhh Vampira... Deixe de besteiras, muita areia..."
As horas passando e eu tinha que sair de lá no mááááximo às 3:30. "P*t* que p*r*u, ele seria uma ótima despedida e posso estar muito errada, mas ele está me dando moral sim". Após 02 águas depois da primeira o modo dele de me tratar era o mesmo de pegar na minha mão e puxar conversa, sorrir.. Ai Jesus! Resolvi testar e mandei uma amiga comprar uma bebida para ver se ele agia assim com todo mundo. Neemmm!! Entregou a bebida para ela e nem puxou conversa. Humm.. A deixa que eu queria.
- Saideira.
-Já vai? Mas tá cedo...
-Tenho que viajar agora de volta para São Paulo. De volta aos estudos, né...
(...)
Diálogo que nem me lembro mais (afinal já tem quase 5 anos) e eu virei na cara dura para ele e falei: "quero um beijo teu!". MééélDééééls! Eu cantei um homem!! Que que isso minha gente!! Agora era só esperar o fora iminente... Ou...
-Me dá 5 minutos e me espera ali perto daquele quadro.
Desmaio ou não? Nããããoooo!!! Coração batendo até no ouvido, mas fiquei lá... 3 minutos e meio depois...
-Achava que não virias! (momento CD)
-Não diga isso... Mas não posso demorar muito ou vou ficar sem emprego!
-Não por isso...
Última frase dita até eu encontrar aquela boca! Um típico beijo de ator de filme de ação: me levou pro canto, segurou na minha nuca (até arrepiou a espinha) com uma das mãos e a outra na cintura! Senhoooorrrr, tô passando maaaal! Era um beijo com tanta malícia e propriedade que eu até me esqueci que já eram 03:15 da noite. Mordidinhas nos lábios, respiração e roçada de barba na nuca! Preciso pedir mais??
-Menino, que que isso? De onde tu viestes que o povo beija assim?
-Sou do Sul. Gostou?
-E beeeem...! (Pra não falar ééééééégua!)
("C*r*leo, preciso conhecer o sul em caráter de urgencia")
Nos beijamos de novo e de novo... Já estava levantando a "Taça da Perfeição" - olha o ritmo de Copa aí gente! - porém no penúltimo beijo (infelizmente) algo aconteceu: ele mordeu tão forte minha boca que acabou lacerando um pouco meu lábio inferior! Que pena... Ou devo dizer que foi melhor assim, afinal já eram quase quatro da manhã e eu ia perder o vôo por conta disso. Nos despedimos e desta vez o ultimo beijo foi mais contido e com um pedido de desculpas no ouvido. "Desculpadíssimo meu bem!"
Posso dizer que não foi o Beijo-Mor Perfeito, mas sim o Beijo de Ação Perfeito!
Beijos e Mordidinhas (sem arrancar pedaços), caros leitores!
terça-feira, 29 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Bendita Peruada...
Bom... praticamente esganada por demorar a postar aqui, decidi escrever para manter minha integridade física.
É engraçado: há algumas semanas ousei começar a escrever algo. Lembro de ser alguma coisa relacionada a, como fazia tempo que não beijava ninguém, não tinha subsidio teórico para postar. Mas, ao perceber que não passaria de um texto pra lá de chato e depressivo, preferi deixar as aranhinhas com suas teias aqui, tadinhas.
É engraçado: há algumas semanas ousei começar a escrever algo. Lembro de ser alguma coisa relacionada a, como fazia tempo que não beijava ninguém, não tinha subsidio teórico para postar. Mas, ao perceber que não passaria de um texto pra lá de chato e depressivo, preferi deixar as aranhinhas com suas teias aqui, tadinhas.
Então, decidi mudar o outro lado da moeda. Fui para a já comentada festa com a Niki... mas acredito que, mesmo assim continuo sem grandes assuntos. Não por não beijar (muuuuuuito pelo contrário), ou que os meninos que beijei fizessem um serviço mal feito. Mas é que a Jurupinga não me permitiu grandes lembranças, e o volume de serviço dificultou o processo.
Desse modo, guardei mais na lembrança as personalidades marcantes: o cantor sertanejo que cuidou de mim, o suposto delegado com papo estranho, o cara que meche com alguma coisa relacionada a biomolécula e é viciado em seriados, o meio-japa que apareceu aos 45 minutos do segundo tempo, o cara com os olhos mais bonitos que já vi que apareceu na prorrogação. Todos com seu jeito gostoso de beijar, apesar de eu provavelmente não ter dado muita oportunidade de mostrarem tudo que podiam, pois me torno extremamente dominadora quando bêbada.
Mas tudo isso me faz pensar se existe o beijo perfeito, ou se é, na verdade, a pessoa que é a perfeita p/ ser beijada.
OBS: Lendo meu texto depois de pronto, percebi uma coisa. Tenho mania de inventar teorias a respeito do beijo perfeito. É como se fossem fábulas: meus textos sempre terminam com uma moral. Devo parar de ser tão nerd.... Parar de tentar achar teorias e partir logo p’ra prática, que é beeeeeem mais proveitoso.
sábado, 22 de maio de 2010
Beijo Fordismo
Olá caros leitores!
Ta na hora de tirar as teias de aranha do blog - e talvez da boca das donas - e fazer uma nova postagem.
O título deste desto é bem isso que vocês pensam: beijos em massa. Sei que não é nada ortodoxo eu estar falando que beijei mais do que um numa balada, porém o lugar em questão não me deixava escapatória, é quase uma micareta, ou seja, um antro de perdição cuja finalidade é arranjar uma boca que se encaixe a sua harmonica e efemeramente.
Primeiro chego na balada e olho o ambiente... Fantasias para todos os lados: imperador (que não o Adriano), policial, príncipe, carta de baralho, cozinheiro... Enfim... Mas olho um garoto com um jaleco branco (eta siricutico) e vou ver o que está escrito numas placas colados a sua fantasia: "açúcar, tempero e tudo que há de bom" e "elemento X". Como boa apreciadora de desenhos fofos eu falei: Professor das meninas super poderosas! E que beijo super poderoso! Beirava a perfeião, afinal tinha a boca carnuda, era macia, pegadinha canalha na nuca... O que tirou umponto para perfeição foi ficar com a cabeça virada para um lado e num dar uma mudadinha... Mas ainda sim este foi o medalha de ouro da noite.
O medalha de prata fica com um Capitão Nascimento que chegou cheio de marra puxando conersa (sim puxando conversa) e com um papo enraçado... Oras mas faz medicina, ja era de se esperar (momento valorização da médicina, afinal me incluo nesta)! Depois de um tempo eu pensei: "este pezeta num vai me beijar?" meio que por encanto acho que ele entendeu. O beijo não era láááááá aquelas coisas, era beijo padrão, mas o que lhe valeu a medala de prata foi a pegadinha e viradinha hollywoodiana!! Sim senhor meu capitão!
Medalha de bronze foi para um guri que eu beijei que não era o Às da beleza, mas era muito fofo e tinha um beijo macio, macio... Somado a uma carinha de cachorro pidão e um bom papo...O que faz ele não ser perfeito é: descobri que já beijei um amigo dele muito tempo atrás, é mole??
Beijos e mordidinhas caros leitores!
Ta na hora de tirar as teias de aranha do blog - e talvez da boca das donas - e fazer uma nova postagem.
O título deste desto é bem isso que vocês pensam: beijos em massa. Sei que não é nada ortodoxo eu estar falando que beijei mais do que um numa balada, porém o lugar em questão não me deixava escapatória, é quase uma micareta, ou seja, um antro de perdição cuja finalidade é arranjar uma boca que se encaixe a sua harmonica e efemeramente.
Primeiro chego na balada e olho o ambiente... Fantasias para todos os lados: imperador (que não o Adriano), policial, príncipe, carta de baralho, cozinheiro... Enfim... Mas olho um garoto com um jaleco branco (eta siricutico) e vou ver o que está escrito numas placas colados a sua fantasia: "açúcar, tempero e tudo que há de bom" e "elemento X". Como boa apreciadora de desenhos fofos eu falei: Professor das meninas super poderosas! E que beijo super poderoso! Beirava a perfeião, afinal tinha a boca carnuda, era macia, pegadinha canalha na nuca... O que tirou umponto para perfeição foi ficar com a cabeça virada para um lado e num dar uma mudadinha... Mas ainda sim este foi o medalha de ouro da noite.
O medalha de prata fica com um Capitão Nascimento que chegou cheio de marra puxando conersa (sim puxando conversa) e com um papo enraçado... Oras mas faz medicina, ja era de se esperar (momento valorização da médicina, afinal me incluo nesta)! Depois de um tempo eu pensei: "este pezeta num vai me beijar?" meio que por encanto acho que ele entendeu. O beijo não era láááááá aquelas coisas, era beijo padrão, mas o que lhe valeu a medala de prata foi a pegadinha e viradinha hollywoodiana!! Sim senhor meu capitão!
Medalha de bronze foi para um guri que eu beijei que não era o Às da beleza, mas era muito fofo e tinha um beijo macio, macio... Somado a uma carinha de cachorro pidão e um bom papo...O que faz ele não ser perfeito é: descobri que já beijei um amigo dele muito tempo atrás, é mole??
Beijos e mordidinhas caros leitores!
sábado, 27 de março de 2010
Bonitão desconhecido
Bom, minha vida amorosa não anda a mais interessante, mas até que estou me esforçando...
Como toda relação à distância em que não acredito, minha "amizade" com o Gabriel não flui muito. A gente quase nunca se encontra.
Vamos em frente:
Para comemorar o niver da querida Mônica, fomos ao Cinema D. Muito bom o lugar. A turma bem animada. Só faltou a Nikita mais recuperada!!! Tô aguardando a próxima amiga!!! E nem eu imaginava, mas eu estava era afim de ficarlouca, alegre!!! rsrs
Gente, fazia realmente algum tempo em que eu não me sentia tão, tão... hummm... tão solta...
Talvez por não ficar esperando a presença do Rafael, e nem por achar nada. Apenas por me divertir com minhas amigas. E mais engraçado de tudo era Luciana e Noberto cuidando de mim.
Na verdade, fiquei ruim a ponto de todo mundo cuidar de mim. Mas não paguei tanto micos...
Ok, voltamos ao assunto do blog, beijos, que deveriam ser perfeitos.
Lá estava eu, pelas tantas, pulando no meio do povo, seguindo minhas amigas. Não sei porque, mas eu me sentia numa picareta. Não, não tocava axé (Graças à Deus!). Dai, um mocinhobonito, ficou me olhando, olhando, eu sorri, então ele veio e me beijou. Assim, do nada! "Ok", eu pensei. Na verdade, acho que não pensei nada, apenas beijei. Nem lembro direito como foi aquele beijo. Não que me orgulhe disso. Mas a situação mais péssima de todas, foi logo a seguir, depois de alguns metros, depois de nos separarmos e supostamente cada um seguir seu caminho, o LESADO, tentar beijar minha amiga. Que brochante!!!!
Tudo bem, eu sei, eu sei... Eu que me expus à situação. Mas não custa nada ser mais, sei lá, discreto. E prestar atenção!!!!
Que mancada!!!! minhatambém, aff...
Mas o ponto alto da noite veio à seguir:
Estava lotado, e enquanto tentavamos achar um caminho de volta ao nosso grupinho, ficamos "presas" entre mesas e vários moços bonitos. Então um deles, o mais gato de todos (na minha opnião egoista de bebada), me falou:
_ Eu cobro pedágio.
_ Eu pago! - Respondi de pronto. Nem eu acreditei na minha resposta.
Ele titubeou um pouco, mas veio devagarzinho cobrar a taxa. Foi aproximando o rosto do meu rosto. E me beijou. E então, envolveu suavemente as mãos na minha sintura e me puxou. UAL!!!
Ele tinha o cabelo macio, a barba macia. E que beijo!!! Suave, nem seco, nem molhado demais. Na medida certa.
Ficamos nos beijamos um lonnnngo tempo.
Então, eu simplesmente me afastei, e fui embora....
Não foi perfeito... Também não sei explicar.
Como toda relação à distância em que não acredito, minha "amizade" com o Gabriel não flui muito. A gente quase nunca se encontra.
Vamos em frente:
Para comemorar o niver da querida Mônica, fomos ao Cinema D. Muito bom o lugar. A turma bem animada. Só faltou a Nikita mais recuperada!!! Tô aguardando a próxima amiga!!! E nem eu imaginava, mas eu estava era afim de ficar
Gente, fazia realmente algum tempo em que eu não me sentia tão, tão... hummm... tão solta...
Talvez por não ficar esperando a presença do Rafael, e nem por achar nada. Apenas por me divertir com minhas amigas. E mais engraçado de tudo era Luciana e Noberto cuidando de mim.
Na verdade, fiquei ruim a ponto de todo mundo cuidar de mim. Mas não paguei tanto micos...
Ok, voltamos ao assunto do blog, beijos, que deveriam ser perfeitos.
Lá estava eu, pelas tantas, pulando no meio do povo, seguindo minhas amigas. Não sei porque, mas eu me sentia numa picareta. Não, não tocava axé (Graças à Deus!). Dai, um mocinhobonito, ficou me olhando, olhando, eu sorri, então ele veio e me beijou. Assim, do nada! "Ok", eu pensei. Na verdade, acho que não pensei nada, apenas beijei. Nem lembro direito como foi aquele beijo. Não que me orgulhe disso. Mas a situação mais péssima de todas, foi logo a seguir, depois de alguns metros, depois de nos separarmos e supostamente cada um seguir seu caminho, o LESADO, tentar beijar minha amiga. Que brochante!!!!
Tudo bem, eu sei, eu sei... Eu que me expus à situação. Mas não custa nada ser mais, sei lá, discreto. E prestar atenção!!!!
Que mancada!!!! minhatambém, aff...
Mas o ponto alto da noite veio à seguir:
Estava lotado, e enquanto tentavamos achar um caminho de volta ao nosso grupinho, ficamos "presas" entre mesas e vários moços bonitos. Então um deles, o mais gato de todos (na minha opnião egoista de bebada), me falou:
_ Eu cobro pedágio.
_ Eu pago! - Respondi de pronto. Nem eu acreditei na minha resposta.
Ele titubeou um pouco, mas veio devagarzinho cobrar a taxa. Foi aproximando o rosto do meu rosto. E me beijou. E então, envolveu suavemente as mãos na minha sintura e me puxou. UAL!!!
Ele tinha o cabelo macio, a barba macia. E que beijo!!! Suave, nem seco, nem molhado demais. Na medida certa.
Ficamos nos beijamos um lonnnngo tempo.
Então, eu simplesmente me afastei, e fui embora....
Não foi perfeito... Também não sei explicar.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Beijo Equinócio
Olá, caros leitores!
Estou aqui vindo tirar as pequenas teias de aranha do querido bloguinho e - claro- atualizar-lhes sobre os babados da semana!
Antes de mais nada, pequeno adendo: "Equinócio: uma manifestação em que os raios do sol, no seu movimento aparente, incidem diretamente sobre a linha do Equador. Nesse período, os dias e as noites têm a mesma duração em todo o planeta. A ocorrência desse fenômeno se dá em dois momentos: em março, conhecido como equinócio da Primavera; e em setembro, chamado de equinócio de Outono."
Tô meio atrasada para escrever, mas acho que vocês não se importam né? O Fato decorreu no fim de semana passado, para variar eu e a Jule indo para a balada... Desta vez achamos de ir (para variar) no Vila Dionísio - mais conhecido como FILA Dionísio, afinal depois que se forma uma fila nem o Presidente te poe la dentro!
A banda era super engraçada e toca um estilo de música Celta. Na verdade quando os ouço tocando parece que estou num filme de elfos, gnomos e afins... Muito legal! Bem diferente das bandas de rock que vomitam no meu ouvidinho... Mas meu interesse não era só na banda. Era nele. Lugar de destaque e nipônico, combinação perigosa. Memórias de um beijo dado ano passado, tímido no começo, mas foi se desinibindo aos poucos. "Será que seria tal qual ou melhor?", me perguntava. Posto que já vivi experiências de no primeiro encontro o beijo ser ótimo e no segundo totalmente enjoativo.
Conversa e mais conversa... Pouca ação. "Ele vai me beijar ou não vai? ... Calma, intrinsecamente eles são mais lerdos". Pensava isso para não voar na boca do menino. Afinal, para quê estragar um bom momento com a pressa, não é? Ela é inimiga da perfeição!
Chegou o momento inevitável. "Ai meu deus! Chega de desastres bocais, mereço uma recompensa depois de tanta zica!". E mereci! Ai que beijo, caros leitores...
Não estava mais tão recatado como o primeiro - embora também achasse ótimo como era. Houve um quê de intimidade e o melhor: um quê de propriedade! Aquele beijo que o cara sabe te conduzir e te domina, te beija com segurança, porém sem aspereza. Passada de mão na nuca suave, sentia minha nuca arrepiar naquela mão...
"E aí é o beijo perfeito?" Vocês perguntam... "Não!"
Só faltaram duas coisas: morder meus lábios e o dito ser em questão morar em Ribeirão.
Não reclamo, pode não ser o beijo perfeito, mas já chegou bem perto. E se fosse perfeito eu ia estar bem enrascada. Pois vejo este garoto a cada semestre. Assim como o Equinócio visto pelo bom Macapaense.
Beijos e mordidinhas, caros leitores!
Estou aqui vindo tirar as pequenas teias de aranha do querido bloguinho e - claro- atualizar-lhes sobre os babados da semana!
Antes de mais nada, pequeno adendo: "Equinócio: uma manifestação em que os raios do sol, no seu movimento aparente, incidem diretamente sobre a linha do Equador. Nesse período, os dias e as noites têm a mesma duração em todo o planeta. A ocorrência desse fenômeno se dá em dois momentos: em março, conhecido como equinócio da Primavera; e em setembro, chamado de equinócio de Outono."
Tô meio atrasada para escrever, mas acho que vocês não se importam né? O Fato decorreu no fim de semana passado, para variar eu e a Jule indo para a balada... Desta vez achamos de ir (para variar) no Vila Dionísio - mais conhecido como FILA Dionísio, afinal depois que se forma uma fila nem o Presidente te poe la dentro!
A banda era super engraçada e toca um estilo de música Celta. Na verdade quando os ouço tocando parece que estou num filme de elfos, gnomos e afins... Muito legal! Bem diferente das bandas de rock que vomitam no meu ouvidinho... Mas meu interesse não era só na banda. Era nele. Lugar de destaque e nipônico, combinação perigosa. Memórias de um beijo dado ano passado, tímido no começo, mas foi se desinibindo aos poucos. "Será que seria tal qual ou melhor?", me perguntava. Posto que já vivi experiências de no primeiro encontro o beijo ser ótimo e no segundo totalmente enjoativo.
Conversa e mais conversa... Pouca ação. "Ele vai me beijar ou não vai? ... Calma, intrinsecamente eles são mais lerdos". Pensava isso para não voar na boca do menino. Afinal, para quê estragar um bom momento com a pressa, não é? Ela é inimiga da perfeição!
Chegou o momento inevitável. "Ai meu deus! Chega de desastres bocais, mereço uma recompensa depois de tanta zica!". E mereci! Ai que beijo, caros leitores...
Não estava mais tão recatado como o primeiro - embora também achasse ótimo como era. Houve um quê de intimidade e o melhor: um quê de propriedade! Aquele beijo que o cara sabe te conduzir e te domina, te beija com segurança, porém sem aspereza. Passada de mão na nuca suave, sentia minha nuca arrepiar naquela mão...
"E aí é o beijo perfeito?" Vocês perguntam... "Não!"
Só faltaram duas coisas: morder meus lábios e o dito ser em questão morar em Ribeirão.
Não reclamo, pode não ser o beijo perfeito, mas já chegou bem perto. E se fosse perfeito eu ia estar bem enrascada. Pois vejo este garoto a cada semestre. Assim como o Equinócio visto pelo bom Macapaense.
Beijos e mordidinhas, caros leitores!
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Em busca da cantada perfeita
Quando vamos para a balada, já saimos de casa com uma predisposição.
À vezes, queremos conhecer alguém novo.
Às vezes, ficar por ficar. E nada de sexo.
Às vezes só sexo.
Às vezes só beijo.
Às vezes não estamos afim de nada.
Que é mais ou menos o estado em que eu me encontradava. Depois que a minha relação com o Rafael não deu certo , fiquei um pouco “down”. Sei lá, apesar de conscientemente estar afim de conhecer novas pessoas e me desligar do que sentia por ele, é como minhas amigas me disseram, a Mônica de forma mais direta, “Tu não está te esforçando.”
Realmente não estava. Acho que lá no fundinho do meu coração dark e solitario havia uma pontinha minuscula de esperança.
Bom, a historia não é essa.
Lá estava eu, na festa de formatura da minha amiga. A gente estava se divertindo. A festa estava fantástica. E tudo o que não passava naquele momento pela minha cabeça, era beijar alguém. Minha predisposição para aquela festa, era puramente, me divertir. Até que:
_ Nossa que chapéu bonito.
Bom, eu não sabia se era pra mim. Só me lembrei que estava usando um chapéu verde das brincadeiras da festa.
_ Nossa, esse seu chapéu é muito bonito mesmo.
Eu me virei, curiosa. Era pra mim. Um moço, bonitinho até, usando o mesmo chapéu que eu, me olhava com um sorriso engraçado:
_ Moça, você tem um bom gosto para chapéu.
Eu sorri. Sei lá porque. Apenas respondi:
_ Obrigada moço, você também tem um bom gosto. Muito bonito seu chapéu.
Por um instante eu pensei que aquela era a pior cantada do mundo, enquanto ele se reaproximava e dizia:
_ Eu não sabia o que falar. Você está muito bonita. Mas foi uma péssima cantada né?
Eu ri. Pela sinceridade.
_ Posso tentar de novo?
Eu não conseguia resistir.
_ Claro.
_ Então vamos fingir que não nos conhecemos. – Era irresistivelmente engraçado. – Oi, moça.
_ Oi.
_ Posso advinhar seu nome?
_ Pode.
_ Por acaso é Tamara?
_ Não.
_ Bom, mas você “tá maravilhosa.”
Era cada vez pior. E nós rimos, porque não tinha graça nenhuma. Coisa de bebado você pensar.
_ Então, o que você achou dessa?
_ pior que a primeira.
_ Tudo bem, eu tenho um estoque.
Foi quando eu pensei a primeira vez na possibilidade de beijá-lo. Mas não senti vontade. Ele era fofo. Engraçado. Bonito. Mas não.
Então, ele tentou mais uma vez.
_ Oi.
_ Oi.
_ Moça, se vc me der uma chance, garanto que faço vc esquecer o Alex.
Eu já estava descrente, mas ele fazia aqueles gestos manuais de estimulo para eu continuar.
_ Que Alex?
_ Viu? Já está funcionando.
Nós rimos mais um pouco.
_ Tudo bem eu desisto. Como é o seu nome?
Conversamos um bom tempo. E foi muito interessante falar com ele. Já nem me lembrava mais de Rafael. Já estava me interessando por ele, então perguntei:
_ Como vc se chama?
_ Vou te dar quatro opções, se vc acertar eu vou embora e te deixo em paz.
_ Ok. – Não que eu quisesse acertar.
_ Rafael, Gabriel, Samuel e Leonardo.
_ Leonardo. – chutei.
_ Não.
_ Rafael. - ( Só faltava) pensei.
_ Não.
_ Samuel.
_ Não. Moça, não tenho escolha. Agora tenho que ficar aqui. Meu nome é Gabriel. E posso te pedir uma coisa?
Era inveitável.
Ele me pediu um beijo. E eu neguei.
Sendo aquela idiota, hipócrita e dificil.
Mas ele não desistiu tão fácil. Conversamos mais um tempo. Mais um longo tempo. Em que ele me elogiava e se interessava por mim. Era fácil baixar a guarda.
Até que ele me roubou um selinho. Eu nem me lembrava mais como era selinho.
Como era beijo roubado.
Mas foi macio e gostoso.
Foi um bom beijo.
Então, não resisti. E acabei por beijá-lo.
E foi bom. Tão divertido como eu não já nem lembrava mais como era bom.
E depois acabou. E agora estou aqui, tentando entender aquelas cantadas...
À vezes, queremos conhecer alguém novo.
Às vezes, ficar por ficar. E nada de sexo.
Às vezes só sexo.
Às vezes só beijo.
Às vezes não estamos afim de nada.
Que é mais ou menos o estado em que eu me encontradava. Depois que a minha relação com o Rafael não deu certo , fiquei um pouco “down”. Sei lá, apesar de conscientemente estar afim de conhecer novas pessoas e me desligar do que sentia por ele, é como minhas amigas me disseram, a Mônica de forma mais direta, “Tu não está te esforçando.”
Realmente não estava. Acho que lá no fundinho do meu coração dark e solitario havia uma pontinha minuscula de esperança.
Bom, a historia não é essa.
Lá estava eu, na festa de formatura da minha amiga. A gente estava se divertindo. A festa estava fantástica. E tudo o que não passava naquele momento pela minha cabeça, era beijar alguém. Minha predisposição para aquela festa, era puramente, me divertir. Até que:
_ Nossa que chapéu bonito.
Bom, eu não sabia se era pra mim. Só me lembrei que estava usando um chapéu verde das brincadeiras da festa.
_ Nossa, esse seu chapéu é muito bonito mesmo.
Eu me virei, curiosa. Era pra mim. Um moço, bonitinho até, usando o mesmo chapéu que eu, me olhava com um sorriso engraçado:
_ Moça, você tem um bom gosto para chapéu.
Eu sorri. Sei lá porque. Apenas respondi:
_ Obrigada moço, você também tem um bom gosto. Muito bonito seu chapéu.
Por um instante eu pensei que aquela era a pior cantada do mundo, enquanto ele se reaproximava e dizia:
_ Eu não sabia o que falar. Você está muito bonita. Mas foi uma péssima cantada né?
Eu ri. Pela sinceridade.
_ Posso tentar de novo?
Eu não conseguia resistir.
_ Claro.
_ Então vamos fingir que não nos conhecemos. – Era irresistivelmente engraçado. – Oi, moça.
_ Oi.
_ Posso advinhar seu nome?
_ Pode.
_ Por acaso é Tamara?
_ Não.
_ Bom, mas você “tá maravilhosa.”
Era cada vez pior. E nós rimos, porque não tinha graça nenhuma. Coisa de bebado você pensar.
_ Então, o que você achou dessa?
_ pior que a primeira.
_ Tudo bem, eu tenho um estoque.
Foi quando eu pensei a primeira vez na possibilidade de beijá-lo. Mas não senti vontade. Ele era fofo. Engraçado. Bonito. Mas não.
Então, ele tentou mais uma vez.
_ Oi.
_ Oi.
_ Moça, se vc me der uma chance, garanto que faço vc esquecer o Alex.
Eu já estava descrente, mas ele fazia aqueles gestos manuais de estimulo para eu continuar.
_ Que Alex?
_ Viu? Já está funcionando.
Nós rimos mais um pouco.
_ Tudo bem eu desisto. Como é o seu nome?
Conversamos um bom tempo. E foi muito interessante falar com ele. Já nem me lembrava mais de Rafael. Já estava me interessando por ele, então perguntei:
_ Como vc se chama?
_ Vou te dar quatro opções, se vc acertar eu vou embora e te deixo em paz.
_ Ok. – Não que eu quisesse acertar.
_ Rafael, Gabriel, Samuel e Leonardo.
_ Leonardo. – chutei.
_ Não.
_ Rafael. - ( Só faltava) pensei.
_ Não.
_ Samuel.
_ Não. Moça, não tenho escolha. Agora tenho que ficar aqui. Meu nome é Gabriel. E posso te pedir uma coisa?
Era inveitável.
Ele me pediu um beijo. E eu neguei.
Sendo aquela idiota, hipócrita e dificil.
Mas ele não desistiu tão fácil. Conversamos mais um tempo. Mais um longo tempo. Em que ele me elogiava e se interessava por mim. Era fácil baixar a guarda.
Até que ele me roubou um selinho. Eu nem me lembrava mais como era selinho.
Como era beijo roubado.
Mas foi macio e gostoso.
Foi um bom beijo.
Então, não resisti. E acabei por beijá-lo.
E foi bom. Tão divertido como eu não já nem lembrava mais como era bom.
E depois acabou. E agora estou aqui, tentando entender aquelas cantadas...
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