É engraçado: há algumas semanas ousei começar a escrever algo. Lembro de ser alguma coisa relacionada a, como fazia tempo que não beijava ninguém, não tinha subsidio teórico para postar. Mas, ao perceber que não passaria de um texto pra lá de chato e depressivo, preferi deixar as aranhinhas com suas teias aqui, tadinhas.
Então, decidi mudar o outro lado da moeda. Fui para a já comentada festa com a Niki... mas acredito que, mesmo assim continuo sem grandes assuntos. Não por não beijar (muuuuuuito pelo contrário), ou que os meninos que beijei fizessem um serviço mal feito. Mas é que a Jurupinga não me permitiu grandes lembranças, e o volume de serviço dificultou o processo.
Desse modo, guardei mais na lembrança as personalidades marcantes: o cantor sertanejo que cuidou de mim, o suposto delegado com papo estranho, o cara que meche com alguma coisa relacionada a biomolécula e é viciado em seriados, o meio-japa que apareceu aos 45 minutos do segundo tempo, o cara com os olhos mais bonitos que já vi que apareceu na prorrogação. Todos com seu jeito gostoso de beijar, apesar de eu provavelmente não ter dado muita oportunidade de mostrarem tudo que podiam, pois me torno extremamente dominadora quando bêbada.
Mas tudo isso me faz pensar se existe o beijo perfeito, ou se é, na verdade, a pessoa que é a perfeita p/ ser beijada.
OBS: Lendo meu texto depois de pronto, percebi uma coisa. Tenho mania de inventar teorias a respeito do beijo perfeito. É como se fossem fábulas: meus textos sempre terminam com uma moral. Devo parar de ser tão nerd.... Parar de tentar achar teorias e partir logo p’ra prática, que é beeeeeem mais proveitoso.

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