Eis que finalmente surjo! Para quem não está acostumado, devo avisar: sou a pior pessoa possível para postagens! Uma prova disso é meu próprio blog, sempre jogado às moscas. Se para a Niki escrever é uma “menstruação” (uma vez por mês), para mim, está mais para uma gravidez... Bom, vamos falar sobre o assunto aqui proposto.
Ao contrário de minhas caras colegas, não tenho nenhuma experiência recente merecedora de ser descrita. Minhas últimas salivações são mais dedicadas a panelas de brigadeiro que a bocas alheias. Mesmo assim, nada me impede de colocar algumas impressões. E já aproveitando o embalo do último post...
Quando vamos à baladas (tá! Confesso! Não somente em baladas), gosto de observar os “mocinhos” e imaginar o jeito deles beijarem. Sim, algo “preconceituoso”, mas preciso arranjar o que fazer enquanto a bebida faz efeito, não? Bom, voltando: Aquele cara ali do canto, por exemplo. Aparentemente tímido, imagino-o com um delicado, meigo e singelo beijo “estou beijando minha mãe”. Selinhos, carinhos, e nada muito além disso. E aquele outro ali? Cara de safado, te devorando com os olhos, provavelmente te dará um beijo “criança feliz”: a língua dele tem preferência a todo resto, menos à tua boca (como se fosses um belo pirulito nas mãos de uma criança). Uuuuh! E aquele altão gostosão? Tem jeito de gostar de um beijo “faxina geral”: te sugas de uma maneira! Provavelmente tentando limpar tudo ali dentro. Às vezes pode mesclar com suaves golpes de jiu jitsu contra a parede, enquanto imaginas quantas pessoas estão a observar a cena, e quantas verão no Youtube.
Brincadeiras à parte, graças a Deus, sou uma péssima observadora. Na maioria das vezes, errei quando imaginei o jeito de beijar de quem eu fiquei. Já tive agradáveis surpresas, e outras não tão agradáveis assim. Mas talvez seja esse o segredo de um beijo perfeito: ser imprevisível!
Ao contrário de minhas caras colegas, não tenho nenhuma experiência recente merecedora de ser descrita. Minhas últimas salivações são mais dedicadas a panelas de brigadeiro que a bocas alheias. Mesmo assim, nada me impede de colocar algumas impressões. E já aproveitando o embalo do último post...
Quando vamos à baladas (tá! Confesso! Não somente em baladas), gosto de observar os “mocinhos” e imaginar o jeito deles beijarem. Sim, algo “preconceituoso”, mas preciso arranjar o que fazer enquanto a bebida faz efeito, não? Bom, voltando: Aquele cara ali do canto, por exemplo. Aparentemente tímido, imagino-o com um delicado, meigo e singelo beijo “estou beijando minha mãe”. Selinhos, carinhos, e nada muito além disso. E aquele outro ali? Cara de safado, te devorando com os olhos, provavelmente te dará um beijo “criança feliz”: a língua dele tem preferência a todo resto, menos à tua boca (como se fosses um belo pirulito nas mãos de uma criança). Uuuuh! E aquele altão gostosão? Tem jeito de gostar de um beijo “faxina geral”: te sugas de uma maneira! Provavelmente tentando limpar tudo ali dentro. Às vezes pode mesclar com suaves golpes de jiu jitsu contra a parede, enquanto imaginas quantas pessoas estão a observar a cena, e quantas verão no Youtube.
Brincadeiras à parte, graças a Deus, sou uma péssima observadora. Na maioria das vezes, errei quando imaginei o jeito de beijar de quem eu fiquei. Já tive agradáveis surpresas, e outras não tão agradáveis assim. Mas talvez seja esse o segredo de um beijo perfeito: ser imprevisível!

just a little doll, aqui quem vós fala é um temporariamente-ex-andarilho do mundo. admito que por vezes também faço a vossa observação de campo, mas prezo por verificar minhas observações e recomendo o mesmo a vós, não precisar sair por ae em micaretas da vida fazendo 2000 testes de laboratório por minutos. agora tenho que admitir que você é bem safadinha pensando já como irão ficar as imagens no youtube. costume dos daydreamers.
ResponderExcluirmas me deu uma idéia agora, em vez de free-hugs, free-kisses? vai que dá certo...